Ativos reais, em arquitetura institucional.
A vertente RWA da FRB7 cobre a cadeia inteira do ativo real lastreável — do diagnóstico do ativo à distribuição institucional do título tokenizado — sob regime regulatório brasileiro e compliance multi-jurisdição.
A vertente RWA integra a linha empresarial da FRB7 e não constitui prestação de serviço advocatício. Atua sob regime comercial próprio. As informações desta página são institucionais e não constituem oferta pública de valores mobiliários nem recomendação de investimento.
O lastro é jurídico antes de ser financeiro.
Tokenização não corrige um ativo mal estruturado — apenas o expõe. A FRB7 atua sobre o ativo, o veículo e a documentação antes de qualquer camada de token.
A demanda por ativos reais lastreáveis cresceu na velocidade da infraestrutura técnica — e foi atendida, muitas vezes, sem que a base jurídica acompanhasse. A FRB7 inverte a sequência: primeiro a estrutura jurídica e documental do ativo, depois o veículo, por último a representação digital. O resultado é um título auditável em cada nó da cadeia.
Quatro etapas, uma única arquitetura.
A cadeia abaixo é o protocolo operacional FRB7 para originação e estruturação de RWA, do ativo físico ao título distribuível institucionalmente.
Ativo real
Diagnóstico técnico e jurídico do ativo subjacente — florestal (SILVEX), minerário (IRE) ou recebível —, com cadeia de custódia documental.
Veículo & lastro
Constituição do veículo, contrato de lastro, regime tributário, governança e perímetro de compliance. Auditabilidade em cada nó.
Representação digital
Emissão sob regime regulatório aplicável (CVM/Bacen), com fracionamento, custódia, regras de transferência e trilha auditável on-chain.
Investidor institucional
Coordenação com gestoras, family offices e plataformas reguladas. Continuidade documental até o investidor final.
Compliance é o desenho, não o adendo.
Valores mobiliários
Enquadramento da emissão, dispensa e regime informacional aplicáveis a títulos lastreados em ativos reais.
Sistema financeiro
Arquitetura de pagamento, custódia, KYC institucional e adequação a normas cambiais e antifraude.
Proteção de dados
Base legal, minimização, consentimento e segregação de dados pessoais do investidor e do operador.
Cross-border
Adequação tributária e contratual entre Brasil, UE e jurisdições offshore selecionadas, com leitura integrada.